PORTO SEGURO DIVULGA RESULTADOS DO TERCEIRO TRIMESTRE COM CRESCIMENTO ACELERADO; SAIBA MAIS!

BELO HORIZONTE – A Porto Seguro manteve sua jornada de aceleração no 3T21 e registrou expressiva ampliação na base de clientes, tanto em produtos mais maduros quanto nas iniciativas recentes. Todas as verticais da empresa expandiram em duplo dígito no trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para automóveis, dentro da vertical Seguros, que encerrou o período com um saldo recorde histórico de 5,8 milhões de veículos segurados, um aumento de 419 mil em relação ao mesmo período do ano anterior.

A receita total da empresa no período foi de R$ 5,613 bilhões, um aumento de 15,4% no trimestre (vs. 3T20) e de 13,0% no acumulado do ano (vs. 9M20). “Ser cada vez mais um porto seguro para todos é a visão que representa o nosso posicionamento estratégico. Intensificamos o foco em nossas quatro verticais de negócios observando as características de cada mercado e buscando formas de seguir em expansão. O resultado é uma base crescente de clientes que contrata e confia em nosso leque de soluções”, explica Roberto Santos, presidente da Porto Seguro e diretor da área de Relação com Investidores.

A empresa encerrou o período atingindo R$ 206,5 milhões de lucro líquido recorrente, resultando em um ROAE recorrente de 9,0% a.a. (-9,1 p.p. vs. 3T20). O resultado financeiro recorrente atingiu R$ 54,8 milhões no trimestre, por meio de um retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) de 1,55% (equivalente a 127% do CDI no período). Esse resultado é decorrente principalmente do retorno sobre as alocações em títulos indexados à inflação, parcialmente impactado pelo desempenho dos ativos de renda variável.

Na vertical Seguros, houve uma elevação de 11,9% nos prêmios emitidos, destacando o seguro de automóvel. Na vertical Saúde, as receitas aumentaram 20,0% (vs. 3T20) e o número de beneficiários ultrapassou 1,1 milhão de pessoas (+11,2% vs. 3T20). Já na vertical de Negócios Financeiros, a companhia cresceu as receitas em 28,8% (vs. 3T20), alavancada principalmente pelas operações de Crédito e Financiamento, cuja carteira de crédito atingiu R$ 12,5 bilhões, um aumento de 41,4% nos últimos 12 meses. Houve também um crescimento significativo nas receitas da vertical Serviços (+46,0% vs. 3T20), explicado principalmente pelo avanço do Carro Fácil, que expandiu seu faturamento em 81,4% e atingiu 9,2 mil contratos ativos ao final do período (+60,3% vs. 3T20).

No consolidado de todos os negócios de seguros, o índice combinado recorrente atingiu 95,2% no 3T21 (+7,3 p.p. vs. 3T20). O aumento é decorrente essencialmente da elevação da sinistralidade do Auto, diretamente impactada pelo aumento na circulação de veículos, e do Saúde, refletindo a volta dos eventos eletivos somados aos de Covid-19. A sinistralidade total permaneceu em linha com a média histórica (55,3% no 3T21 vs. 55,4% de média entre 2010 e 2019).

No campo societário, em outubro a Porto Seguro anunciou a aquisição de participação majoritária na Atar, fintech que desenvolve soluções de Banking-as-a-Service (BaaS), com o objetivo de acelerar o processo de transformação digital da vertical de Negócios Financeiros.

Além dessa operação, no início deste mês de novembro foi apresentada ao mercado a iniciativa de criação de uma joint venture com a Cosan, para oferecer um amplo portfólio de soluções voltadas à mobilidade. O Carro Fácil, serviço de veículos por assinatura, será uma das soluções no portfólio da nova empresa que ainda irá desenvolver diversas outras como gestão de frota de veículos leves e pesados e aluguel de veículos em diversos formatos, explorando a estrutura operacional e as boas práticas de gestão já existentes nas duas companhias. Essa parceria reforça o posicionamento no segmento de locação de veículos através da associação a um player relevante, com vantagens competitivas complementares.

Principais destaques (3T21 em comparação com 3T20):

  • Receita Total: R$ 5.613 milhões (+15,4%)
  • Receita Seguros: R$ 3.917 milhões (+11,9%)
  • Receita Negócios Financeiros: R$ 949 milhões (+28,8%)
  • Receita Saúde: R$ 593 milhões (+20%)
  • Receita Serviços: R$ 92 milhões (+46%)
  • Índice Combinado (seguros): 95,2% (+7,3 p.p.)
  • Resultado Operacional: R$ 325,1 milhões (-45,6%)
  • Resultado Financeiro: R$ 54,7 milhões (-56,2%)
  • Lucro Líquido Total1: R$ 206,5 milhões (-47,5%)
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